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Notícias

17 Dezembro 2014

IBICardiorotors vence o prémio nacional da Fundação Altran para a Inovação

O objetivo principal do IBI-CardioRotors é analisar e conhecer a origem das alterações do ritmo cardíaco e, desta forma, compreender um dos enigmas do coração. É esta a função do projeto português que venceu, no passado dia 10, o prémio da Fundação Altran para a Inovação 2014 e que irá representar Portugal em França, na cidade de Paris, em janeiro do próximo ano. O colete elétrico foi pensado e desenvolvido por uma equipa de seis pessoas de engenharias, medicina e farmácia, que neste momento aposta no desenvolvimento do protótipo.

A Solução IBI-CardioRotors é um sistema de mapeamento imagiológico 3D, não invasivo, que localiza as correntes elétricas espirais anormais no tecido cardíaco, ou seja, permite monitorizar detalhadamente a corrente elétrica e as respetivas flutuações, durante a cirurgia, internamento ou ambulatório, tendo como função estudar os ritmos cardíacos, em ambos os seus estados, normal e em arritmia. Os hospitais públicos e privados, bem como as clínicas de desporto – para monitorização dos atletas – são algumas das entidades com interesse em incorporar este equipamento médico.

 

O Prémio

Apoio da multinacional Altran que permitirá alavancar o projeto, bem como apoio personalizado da equipa de engenheiros da Altran Portugal durante seis meses.

Os membros do júri

Henrique Martins, presidente do conselho de administração dos serviços partilhados do ministério da Saúde e presidente do júri do Prémio Fundação Altran para a Inovação 2014; Adelaide Belo; Fernando Gomes da Costa; Luís Gonçalves; e Luís Mota Capitão.

Os vencedores

Fazem parte da equipa vencedora Bruno Gil, com mestrado  Integrado em Engenharia Biomédica e doutoramento em Engenharia Eletrotécnica e de  Computadores, ambos pelo IST - Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa; Raúl Martins, 42 anos, com licenciatura, mestrado e doutoramento em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, também pelo IST; Mário Oliveira, 50 anos, licenciado em Medicina, mestrado em Medicina Desportiva e com doutoramento em Medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa; Sérgio Laranjo, de 31 anos de idade, também licenciado em Medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa; Isabel Rocha, 49 anos, licenciada pela Universidade de Farmácia de Lisboa, com mestrado, doutoramento e agregação em Fisiologia Médica pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa; e Cristiano Tavares, 33 anos, com mestrado Integrado em Engenharia Biomédica pelo Instituto Superior Técnico.